A Diretoria Colegiada do Sindicato dos Trabalhadores das Universidades Federais no Estado do Ceará (Sintufce) promove, no dia 25 de abril, no Auditório da Reitoria, às 9h30, debate com os candidatos ao cargo de reitor da Universidade Federal do Ceará (UFC).

Os servidores ativos (docentes e técnico-administrativos), aposentados e pensionistas da Universidade Federal do Ceará que recebem o benefício assistência à saúde suplementar (auxílio-saúde) deverão apresentar os comprovantes de plano de saúde referentes ao ano de 2018 até 30 de abril.

 

A diretoria colegiada do Sindicato dos Trabalhadores das Universidades Federais no Estado do Ceará (Sintufce) participou, nos dias 12 e 13, em Brasília, da Reunião Ampliada, encontro realizado pela Fasubra com presença dos dirigentes das entidades de base. Na ocasião. as coordenadoras Alrineide Pereira (Comunicação) e Cássia Araújo (Jurídico) participaram de uma discussão sobre pautas relacionadas à MP 873/2019 e ao Decreto 9735/2019, com informes jurídicos, liminares e outras estratégias para o enfrentamento diante da incerteza de arrecadação dos sindicatos.

No sábado (13), a reunião fez os encaminhamentos, além de debater as ações no Congresso Nacional, a organização da luta contra a destruição da Previdência Social e outras ações contra MPs, Decretos e Portarias. O calendário de atividades dos próximos dias também foi reforçado, sendo que no dia 1º de maio já está confirmada a realização de um grande ato nacional contra a PEC 6/19 em todo o país.

Ato no MEC

A direção da FASUBRA, em conjunto com representantes do Sintufce e de outros 31 sindicatos de base, realizou um apitaço na tarde da sexta-feira (12), em frente ao Ministério da Educação (MEC), em busca da abertura de negociações com a categoria.
Na ocasião, a Federação protocolou ofício na Secretaria-Executiva do MEC solicitando audiência com o novo ministro, Abraham Weintrab, para debater a pauta de reivindicações específica da categoria, a campanha salarial de 2019 e em defesa da educação pública, gratuita e de qualidade.

Confira o vídeo realizado durante o ato.

Confira o calendário dos próximos dias:
Dia 24/04 – Dia de mobilização nacional em defesa da Educação e contra a destruição da Previdência Social, com atos nas instituições.
Dia 1º/05 – Dia do Trabalhador e dia “D” contra destruição da Previdência Social – Ato nacional em todo o país.
Dia 13/05 – Dia contra a MP 873/19 – pressionar os deputados federais nos estados para que votem contra.
Dia 15/05 – Grande dia da Educação – luta em defesa da educação, em defesa da democracia e contra a destruição da Previdência Social.

Com informações da assessoria de imprensa da Fasubra

 

Na noite da última terça-feira, 09, a diretoria do Sindicato dos Trabalhadores das Universidades Federais no Ceará (Sintufce), acompanhada de representantes sindicais de base, coletou cerca de 300 assinaturas de um abaixo-assinado contra a proposta de reforma da Previdência. A ação aconteceu na praça da Gentilândia (Benfica), durante um ato público com presença do coordenador nacional do MTST, Guilherme Boulos.

Na ocasião, Boulos falou sobre o perigo da reforma da Previdência, e a mobilização dos movimentos sociais para enfrentar o governo Bolsonaro e os ataques aos direitos dos pobres e da classe trabalhadora. “O que está em jogo nesse momento não é só uma agenda para os próximos quatro anos, mas uma agenda para as próximas gerações. Se essa reforma for aprovada com essas regras impossíveis, é a destruição da previdência pública, e consequentemente, do nosso futuro e o das próximas gerações”, alertou.

A vinda de Boulos ao Ceará foi organizada pela frente Povo Sem Medo, que agrupa entidades sindicais e populares, como o Sindicato dos Servidores e Empregados Públicos Municipais de Fortaleza (Sindifort), a Intersindical – Central da Classe Trabalhadora e o próprio MTST.

CLIQUE AQUI para ver imagens do ato em Fortaleza.

Os primeiros 100 dias de governo passaram como se não tivessem sido. Ou pior, passaram só para nos dar certeza de que estamos diante de um governo extremamente avesso aos valores democráticos, às universidades e aos trabalhadores como um todo.Nesses 100 dias, nenhuma palavra sobre as condições de vida dos trabalhadores, nenhuma sinalização de diálogo com os servidores públicos e muitas, muitas garantias ao mercado financeiro e um festival de subserviência ao império americano.

Foram 100 dias de uma tentativa grosseira de revisionismo histórico, negando a ditadura militar e o golpe de 1964, alegações de que o nazismo é de esquerda e outras mais, que justificam o desprezo que este governo devota às universidades, a pesquisa e à pluralidade de pensamento. Foram pouco mais de 03 meses em que vimos o feminicídio, já em índices alarmantes, entrar em uma curva ascendente, vimos jovens perpetrarem um massacre em uma escola, e o exército executar com 80 tiros um músico negro, dentro de seu carro com a família, duas crianças inclusas.

Nestes mesmos 100 dias, vimos o MEC patinar sem rumo, deixando ao léu toda a política pública educacional, em um país, pasmem, que necessita melhorar as condições de trabalho dos professores e as estruturas das escolas, além de ampliar o acesso de sua população ao Ensino Superior. Para quem vive o dia a dia das universidades federais esses 100 dias significaram mais cortes, mais arrocho e a acusação leviana de que não passamos de doutrinadores de um tal de “marxismo cultural”, ideia tão esdrúxula que nem mesmo merece ser refutada, por partir de pessoas que simplesmente não conhecem a rotina das universidades brasileiras. 

Agora, após a inação do colombiano, recebemos mais um ministro, desta vez com ampla experiência...no mercado financeiro. Ele junta um impressionante currículo de bons serviços ao mercado financeiro com baixa produção acadêmica, voltada principalmente para o principal interesse do mercado: a reforma da Previdência. Um ministro que acredita que as universidades do Nordeste não deveriam dedicar-se à filosofia ou sociologia, em uma abordagem infeliz, ao desconsiderar a contribuição do Nordeste às mais diversas áreas do saber. Aprofundam-se ainda as tendências pela instalação de um modelo mercantilista da educação, que vem somar-se às declarações de Bolsonaro durante a posse do ministro, onde considerou que a educação deve garantir que os jovens se afastem da política.

Resistir está na ordem do dia! Os próximos dias, meses e anos deste governo serão muito semelhantes aos primeiros 100: muitos ataques aos direitos, muita incompetência administrativa e truculência crescente. Só a organização de toda a classe trabalhadora pode impedir os retrocessos. Só fortalecendo os sindicatos poderemos lograr a união necessária para barrar a reforma da previdência e defender os direitos.

Diretoria Colegiada do Sintufce

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