Universidade, Direitos Sociais, Democracia e Hospitais Universitários foram os temas que abriram as discussões do Plenário no XXIII Confasubra de ontem (8). Em mesa formada por Fernando Maranhão (Universidade Federal de Pernambuco – UFPE), Rolando Malvásio (Universidade Federal do Triângulo Mineiro – UFTM), Antônio Alves Neto (Universidade Estadual de Campinas), Maurício Costa (Rede Emancipa Educação Popular), e João Paulo Ribeiro (Universidade Estadual de Campinas) foram debatidos aspectos de relevância política e social, destacando a situação da educação nacional e a crise dos hospitais universitários (HUs).

Após uma reivindicação do Plenário questionando a formação da mesa somente por homens, a direção da Fasubra solicitou que os trabalhos fossem continuados por Bernadete Menezes, técnica-administrativa em Educação e integrante da Intersindical, e a composição da mesa fosse substituída por mulheres.

No período da tarde, as delegações se dividiram em Grupos de Trabalho (GTs) para discutirem as propostas que serão encaminhadas, analisadas e votadas pelo Plenário para construção do plano de lutas. Os GTs abordaram diversos temas, entre eles: a defesa do serviço público, gratuito e de qualidade; a revogação da Lei 12.550, que criou a Ebserh; os ataques do governo federal aos direitos sociais e democráticos; calendário de luta unificado; defesa da jornada de trabalho e da carreira dos técnico-administrativos em Educação das IFEs; calendário de lutas LGBTI; autonomia universitária; retomada da luta contra o ponto eletrônico e a favor de eleições paritárias na Universidade; entre outros temas.

Wagner Pires, coordenador de Campi do Sintufce, destacou a importância dos GTs e disse que “esse Congresso é momento de todos refletirem e saírem com um calendário de lutas definido. A Fasubra precisa se posicionar diante dos diversos golpes que aconteceram e os demais que ainda seguem em curso pelo governo golpista de Temer. Daqui, temos que sair prontos para o embate nas ruas, vamos mostrar que não aceitaremos o arrocho e essa política neoliberal que está sendo imposta”, declarou Wagner.

À noite aconteceu a prestação de contas da Fasubra. A delegação apreciou as contas e parecer fiscal da entidade aprovando por ampla maioria. A mesa responsável informou que os documentos aprovados estão disponíveis no site da Federação (www.fasubra.org.br). 

 

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