Incapaz, sequer, de prover o pagamento do Auxílio Emergencial ao povo brasileiro e de impedir a queda da renda e o desemprego de milhões de brasileiros, o ministro Posto Ipiranga parece que sabe unicamente destratar os servidores. Diferente da inação que caracteriza a presidência da república e seus ministros, é o servidor público que se coloca na linha de frente do combate a Pandemia. Nos hospitais, milhares de servidores se expõem ao risco para salvar vidas. Em todo o país, por meio do trabalho remoto, as instituições seguem funcionando e provendo os direitos da população brasileira.

Entre essas, encontram-se as universidades, onde os Técnicos-Administrativos em Educação (TAEs) continuam desempenhando suas atividades e contribuindo por meio das atividades de Ensino e Pesquisa para a superação do Coronavírus e da Covid-19.

No Ceará, além dos leitos do Complexo Hospitalar, a UFC realiza pesquisas e testes sobre a doença. Na UFCA, além da doação de EPI’s e da produção e doação de máscaras face shield’s, pesquisadores da instituição montaram uma plataforma com informações sobre o novo Coronavírus. A UNILAB apoia as ações das prefeituras do Maciço de Baturité contra a Covid-19. Além disso, nossas universidades anteciparam as colações de grau dos cursos da área de saúde para prover a sociedade de novos médicos para auxiliar nas ações da sociedade contra a pandemia.

Esses servidores estão sem aumento de salários desde 2018. As universidades cearenses atuam com um déficit de servidores TAE, para o qual o governo federal tem sido insensível, não liberando vagas suficientes para as importantes atividades desempenhadas nas federais. Além disso, por meio da IN-28, o governo corta auxílios e benefícios dos servidores por conta do mesmo trabalho remoto que está garantindo a realização das atividades. O Sintufce diz NÃO a esse ataque à renda dos servidores e luta para que cada servidor possa permanecer em casa, a fim de evitar riscos para si e suas famílias.

Agora, o governo diz que precisa do sacrifício desses mesmos servidores, para que fiquem sem aumento salarial por mais dois anos! Isso é um absurdo! Ainda insinua que o servidor tem suas geladeiras cheias. Além de muitos servidores, incluindo os aposentados e pensionistas, estarem passando por dificuldades - fruto da política econômica de Bolsonaro e Guedes - e por conta disso, dificilmente estariam com suas geladeiras cheias, a verdade é que isso não é um privilégio! Deveria ser um direito de todos os trabalhadores. Um direito que o elitista Guedes e o miliciano Bolsonaro não entendem. A condução deles no governo mostra que o grande projeto dessa equipe é retirar direitos e deixar os trabalhadores à míngua.

O Sintufce não abre mão da defesa dos direitos e não vai aceitar o congelamento de salários sem luta! Chamamos a união dos que trabalham, por meio de uma grande greve geral chamada pelas centrais sindicais, para derrotar esse governo de criminosos!

Em defesa das Universidades! Fora Guedes, Weintraub e Bolsonaro! Lute Sempre!

Diretoria Colegiada do Sintufce

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