O Sintufce esteve presente no ato do dia 19 de Junho pelo “Fora, Bolsonaro”, que aconteceu na Praça da Gentilândia, em Fortaleza. A categoria engrossou as fileiras da reivindicação por vacina para todos, comida no prato, auxílio emergencial até o fim da pandemia, contra a Reforma Administrativa e em defesa do serviço público.

A mobilização é uma sucessão dos atos que aconteceram no dia 29 de maio e que também contou com a participação do Sintufce. A população está revoltada com mais de meio milhão de mortos pela Covid-19 no Brasil. Mais de 400 atos marcaram o 19 de junho pelo mundo. O Sintufce fez distribuição de kits com máscara, álcool gel, adesivo e camiseta. As manifestações foram de forma pacífica e os participantes, no geral, usaram os itens de proteção.

Os atos foram chamados pelas Centrais Sindicais e se estima a participação de mais de 750 mil pessoas. Palavras de ordem pelo “Fora, Bolsonaro” tomaram conta do Brasil e a população pressionou o governo federal a atender as pautas reivindicatórias do protesto, como explica o diretor do Sintufce, Wagner Pires. “A Praça da Gentilândia foi palco para um dos atos que aconteceram em Fortaleza, pois, simultaneamente, também acontecia a carreta que teve concentração na igreja de Santa Edwiges. A indignação com este governo Bolsonaro é mundial, e as nossas pautas vão muito além de reivindicações setoriais, estamos gritando por um basta nesta política que tem reprimido trabalhadores, humilhado à população brasileira, negado a ciência e cortado verbas da Saúde e Educação. O Sintufce se junta às vozes de toda a classe trabalhadora, dos movimentos populares e sociais para dizer Fora, Bolsonaro. Continuaremos indo às ruas, com todos os cuidados sanitários, pelo fim deste governo, deste plano neoliberal e desta política genocida”, enfatiza Wagner.

Luzia Nobre e Keila Camelo, diretoras do Sintufce, destacaram que “o sindicato sempre esteve presente em manifestações em defesa do serviço público e dos trabalhadores em geral. Que desde sua criação em 1978, em plena ditadura militar, enfrentou várias adversidades e nunca fugiu da luta, em especial, em prol dos técnico-administrativos em Educação das Universidades Federais do Ceará, que além de sofrerem os ataques do Governo Federal, sofrem com o autoritarismo imposto dentro das próprias universidades”.

As diretoras ainda ressaltaram que “Estamos enlutados pelos 500 mil mortos no Brasil, mas nossa luta nas ruas deve continuar, precisamos permanecer unidos pelo fim deste desgoverno negacionista de Bolsonaro”.

As Centrais Sindicais já se articulam para as próximas mobilizações. O Sintufce irá seguir as orientações da Fasubra e repassar à categoria quais serão os próximos atos e desdobramentos para as manifestações.

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