O Sintufce está com inscrições abertas para os filiados que desejarem participar do Coral de Vozes da Instituição. O período para realizar o cadastro é do dia 5 até o dia 30 de setembro, no horário de 8h às 12h e de 13h às 16h, na sede do sindicato, localizada na Rua Waldery Uchoa, 50, Benfica. Os interessados devem se dirigir até a recepção e procurar pela colaboradora Aldenir. É necessário trazer uma foto 3x4, RG e comprovante de residência. A inscrição é gratuita e o serviço destina-se somente a filiados do Sintufce.


Na tarde de 30 de agosto, o Sintufce, representado pelo diretor de Campi, Gedeão Correia, participou da primeira Assembleia Geral Extraordinária da Secretaria dos Órgãos Deliberativos Superiores (Seods) da UFCA sobre “Formação da Comissão para condução do processo de consulta informal para Reitoria UFCA”.

A reunião, que aconteceu no auditório Beata Maria do Araújo, foi proposta aprovada na Assembleia Universitária da UFCA, em 28 de junho, e contou com a participação das três categorias representadas pelo Sintufce, Adufce e DCE.


A Assembleia Geral deliberou a representação de três TAEs na Comissão Eleitoral para consulta paritária de reitor da UFCA, o que marca uma grande vitória para a categoria.

Charge da independencia

 

“Infeliz a nação que precisa de heróis.” (Bertolt Brecht)

Este ano, o Brasil comemora 200 anos de independência política. A efeméride caminha para ser apropriada pela extrema direita e usada para açular golpistas de todas as estirpes e engabelar as trabalhadoras e trabalhadores brasileiros. Trouxeram, pasmem, o coração de Pedro I ao Brasil para compor essa ópera bufa de nacionalismo vira-lata. Um ato desnecessário e deslocado. Dizemos isso, primeiro, porque mesmo quando ainda pulsava no peito do autoritário imperador, esse coração já estava em Portugal, mesmo quando este ainda reinava sobre os brasileiros.

Sua abdicação, em 1831, foi resultado disso: os brasileiros não podiam suportar que o soberano dedicasse mais atenção aos problemas dos portugueses na Europa do que dos brasileiros, aqui. Depois, entendemos que o culto ao “homem do grito” ficou datado e sem sentido. A independência do Brasil não foi o ato isolado de um príncipe português sobre o lombo de uma mula. Ela foi conquistada pela luta das brasileiras e brasileiros, pelos exércitos populares de negras e negros, de mestiços, do povo pobre que combateu os portugueses, nas ruas de Salvador, nos sertões do Piauí e em muitos outros locais. Conquistada pelas tropas de voluntários, que partindo do nosso Cariri, deram combate incessante por liberdade, pelos sertões afora!

Não podemos ainda esquecer que o sonho de liberdade foi sufocado por D. Pedro I, ao fechar a Assembleia Constituinte de 1823 e impor à nação uma constituição que lhe garantia poderes máximos e nenhuma responsabilidade, sonho dos autoritários de hoje, no Palácio do Planalto e na Reitoria da UFC.

Abortada e sufocada a liberdade pelo soberano português com apoio da aristocracia, vimos sair os senhores portugueses, trocados pelos ingleses e, depois, pelos ianques. Tudo isso mediado por uma elite que se contenta com a exploração duríssima do povo trabalhador e se manter confortavelmente assentada sobre seus privilégios de classe, sobre o machismo, o racismo e a lgbtfobia. Ainda hoje, o grande capital mantém as trabalhadoras e trabalhadores em cadeias de exploração e miséria cada vez maiores e mais pesadas.

Por isso, propomos  uma ressignificação desses 200 anos de independência. Que a data marque um momento de luta contra a miséria, o desemprego, os cortes de direitos e contra todas as opressões. Uma data na qual os trabalhadores do campo e das cidades, do serviço público e da iniciativa privada, as mulheres, as negras e negros, a comunidade LGBTQIA+ possam unificar suas lutas e marchar por um país verdadeiramente independente!

Não se faz independência sem luta e não se pode ser independente de verdade sem democracia! Esta só pode ser efetiva quando os direitos de todas e todos são respeitados e a desigualdade seja combatida! Não se tem independência, com milhões passando fome, com milhões desalentados, vendo um futuro incerto para nossas crianças Não se tem independência sem valorização dos servidores públicos, sem saúde, segurança e educação a todas as brasileiras e brasileiros!

Independência se faz com investimentos na ciência e na tecnologia, com universidades livres, democráticas e abertas ao povo trabalhador. Universidades que entendam que a sua missão é atender aos interesses das trabalhadoras e trabalhadores, desenvolvendo a soberania necessária para extirpar a fome e a miséria, e garantir que são os interesses do povo e não os do Grande Capital, nem os do Sistema Financeiro nacional e internacional que guiam suas atividades! Uma universidade com reitores eleitos, de forma paritária, por toda a comunidade!

Essa é a independência que queremos construir, sem heróis, sem ditadores e sem interventores. Uma independência que garanta a todas e todos a possibilidade de realizar nossos sonhos! O SINTUFCE quer que os 200 anos de independência, neste 7/09 sejam o marco, não apenas de novas lutas, mas de esperança e da certeza de um Brasil melhor, verdadeiramente livre, para todas e todos! Por isso, reafirmamos que é preciso somar todas as forças para derrotar Bolsonaro e seus aliados, em Brasília, no Ceará, no Congresso Nacional e em nossas Universidades! Vamos caminhar com Lula, para dar fim ao mais nefasto governo que este país já teve.

EM DEFESA DA UNIVERSIDADE PÚBLICA GRATUITA E SOCIALMENTE REFERENCIADA!

SINTUFCE DE TODAS AS CARAS, DE TODAS AS CORES E DE TODAS AS LUTAS

 

Diretoria Colegiada do Sintufce

Gestão Lute

A Assessoria jurídica do SINTUFCE realizou uma análise da IN nº 62, em comparação com a Lei nº 11.091/2005 (PCCTAE) e verificou que, de fato, a instrução normativa é omissa quanto à alteração trazida pela Lei nº 11.784, de 2008, que reduziu para 18 meses o interstício para a progressão por mérito dos TAE. Esta previsão está atualmente no art. 10-A, do PCCTAE: Art. 10-A. A partir de 1º de maio de 2008, o interstício para Progressão por Mérito Profissional na Carreira, de que trata o § 2º do art. 10 desta Lei, passa a ser de 18 (dezoito) meses de efetivo exercício. (Incluído pela Lei nº 11,784, de 2008)

Deste modo, considerando que a instrução normativa é uma regulamentação que se submete à lei, esta não poderá contrariar ou retirar o que está no PCCTAE, o que impede que seja exigido o período de 2 anos para esta progressão, pois a lei somente exige os 18 meses. Assim, a Universidade deve aplicar a lei e não a IN neste ponto. Portanto, a orientação é de que o servidor deve ficar atento para verificar se está havendo a observância e comunicar ao Sintufce no caso de descumprimento para que sejam tomadas as medidas administrativas e judiciais necessárias.

Diretoria Colegiada do Sintufce

Gestão Lute

sangue2

O Sintufce conta com o seu gesto de solidariedade para doação de sangue que pode salvar a vida da funcionária aposentada da MEAC, Luzia Lucilene De Oliveira Alves que, infelizmente, foi vimitada por um acidente de moto e se encontra internada no Hospital Geral Militar do Exército de Fortaleza. As doações podem ser realizadas no próprio Hemoce. Lute pela vida e salve vidas!

Diretoria Colegiada do Sintufce

Gestão Lute

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