Mulheres da Educação pública no Ceará realizarão seu primeiro Encontro Estadual nesta quinta, 25, e sexta, 26. Com o tema "Mulheres na luta pela vida, em defesa da educação pública e no combate às opressões", professoras, servidoras técnico-administrativas e estudantes realizarão, de forma virtual, uma série de atividades culturais e políticas, com transmissão ao vivo pelo YouTube do Sinduece, Sindicato dos Docentes da Universidade Estadual do Ceará. Ao todo, 13 entidades promovem o Encontro, incluindo o Sindicato dos Trabalhadores das Universidades Federais no Estado do Ceará (Sintufce).

O evento tem início nesta quinta-feira, às 18h30, com ação artístico-cultural, seguida da mesa de abertura com o tema "Mulheres na Luta pela vida, em Defesa da Educação Pública e no Combate às Opressões". Na sexta-feira, o Encontro continua a partir das 16h, com ação artístico-cultural e a mesa temática "Violências contra a mulher: assédio moral e sexual".  Das 18h30 às 20h acontece a mesa temática sobre o tema "Trabalho e Produtividade acadêmica em tempos de pandemia".

O Encontro é promovido ao todo por 13 entidades: Andes Sindicato Nacional, Adufc Sindicato, Sintufce, Sindsifce, Sinduece, UNE, Sindurca, Sindiuva, DCE-UVA, RUA, Afronte, NAH Uece e Coletivo Feminista-Classista Ana Montenegro.

*Com informações do Sindicato dos Servidores do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (SINDSIFCE)

 

mulheres

Prezado servidor filiado,

Informamos que, em razão do aumento do número de casos de Covid-19 em Fortaleza e obedecendo aos decretos estaduais de segurança sanitária vigentes, o Sintufce suspendeu, por tempo indeterminado, o atendimento presencial na sede administrativa.

A suspensão do atendimento cumpre um papel primordial de proteção à vida de servidores filiados, aposentados e pensionistas, além dos nossos diretores e colaboradores, prevenindo a propagação do vírus, principalmente, nesta segunda onda da doença, na qual os especialistas preveem uma ação ainda mais agressiva com as variantes do vírus.

Certos de que essa decisão é para o bem maior de todos, contamos com sua compreensão e nos mantemos a sua inteira disposição pelo atendimento remoto.

Atenciosamente,

Diretoria Colegiada do Sintufce

Gestão Lute

 

Nossos contatos para atendimento remoto

 

RECEPÇÃO

Aldenir da Silva - (85) 9 9199-7807

 

JURÍDICO

Régia Carneiro - (85) 9 9444-8609

 

PLANO DE SAÚDE

 

UNIMED

Atendimento

Maiko Queiroz - (85) 9 9212-9897

Roberta Ximenes - (85) 9 9663-0287

Thiago Girão - (85) 9 9726-4074

 

Adesão

Angela Lavor - (85) 9 8685-7444

 

HAP VIDA

Beatriz Souza - (85) 9 8927-8390

 

Atendimento de Segunda a Sexta, das 8h às 17h

Após consulta informal realizada com apoio do Sindicato dos Trabalhadores das Universidades Federais no Estado do Ceará (Sintufce) e de outras entidades sindicais, além de estudantes, a Comissão Organizadora da Consulta à Comunidade Acadêmica divulgou, na quarta-feira, 17, o resultado da votação para os cargos de Reitor e Vice-reitora da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab) para o quadriênio 2021 – 2025.

Conforme explicou Wagner Pires, coordenador de Campi do Sintufce, durante o processo de consulta, as entidades sindicais do Ceará e da Bahia envolvidas realizaram uma série de assembleias e de plenárias com toda a comunidade acadêmica. “Dessa forma, cada categoria pôde indicar nomes para a comissão eleitoral que conduziu o processo, contando com o suporte jurídico e financeiro dos sindicatos”, explicou o diretor, que, após o resultado, saudou o processo de consulta para a Reitoria da Unilab. “A diretoria do Sintufce/Gestão Lute espera que a democracia na Unilab possa ser respeitada e sair, sobretudo,  fortalecida”, disse.

 

Veja o resultado da consulta para a Reitoria da Unilab

Cargo para Reitor:

1º Lugar: Roque do Nascimento Albuquerque, com 64% de votos válidos

2° Lugar: Antônio Vieira da Silva Filho, com 36% de votos válidos

 

Cargo para Vice-Reitora:

1º Lugar: Cláudia Ramos Carioca, com 55% de votos válidos

2º Lugar: Carolina Maria Costa Bernardo, com 45% de votos válidos

Fonte: Comissão Organizadora da Consulta à Comunidade Acadêmica

 

reitor unilabvice reitor unilab

 

O SINTUFCE nasceu em meio à luta contra a Ditadura Militar, que culminou com o retorno da Democracia e a Constituição de 1988. De lá para cá, estivemos sempre lutando em defesa da Educação Pública, da Universidade e dos direitos dos servidores. Acreditamos que existe muito a avançar para que a democracia brasileira possa ser verdadeiramente representativa, sem as distorções que o poder econômico causa, desfavorecendo alguns e favorecendo a outros, mas, ainda assim, é preciso fazer a defesa. Conviver com o diferente, respeitar as posições e buscar melhorias na base do diálogo está na base do sistema democrático e é essa vivência que procuramos desenvolver em nossas relações com as universidades e com os servidores que constituem a nossa base.

Por isso, quando em 2018, vimos a chegada ao segundo turno de um candidato que exaltava a memória da ditadura e de suas mais asquerosas ferramentas, como a censura e a tortura, o SINTUFCE se posicionou contra ele. Fez isso, justamente pelo apreço à democracia e por ter consciência de sua postura enquanto entidade classista, que entendia que o programa de Bolsonaro, além de autoritário e abertamente ofensivo às mulheres e às minorias, era também um programa que atacaria o serviço público e buscaria destruir os direitos da população brasileira, solapando o Estado.

Passados pouco mais de dois anos da fatídica eleição, infelizmente, a análise realizada pelo SINTUFCE se mostrou certeira. Bolsonaro aprovou a Reforma da Previdência, que, na prática, retirou a possibilidade de aposentadoria digna de milhões de brasileiros. Como se não fosse suficiente, realizou a pior condução em todo mundo dos esforços contra Pandemia provocada pelo Novo Coronavírus, quando, por omissão, leniência e interesses escusos, deixou morrer à míngua mais de 270 mil brasileiras e brasileiros até agora. Levantou ainda uma falsa polêmica entre salvar vidas e salvar a economia, sacrificando a saúde e a vida de toda uma nação e buscando salvaguardar o interesse financeiro das elites no mercado financeiro.

Praticamente, Bolsonaro sentou e esperou pelo pior, enquanto o mundo inteiro investia em vacinas e no isolamento social com o lockdown, deixando aos brasileiros um investimento milionário em um ineficaz “tratamento precoce”, a jabuticaba da vez, já que nenhum outro país utilizou esse “kit covid” como estratégia de saúde. O governo trocou o combate à pandemia pelo ataque puro e simples aos servidores e aos direitos, ao insistir em tocar para frente suas reformas neoliberais e usando o auxílio emergencial, essencial para ajudar os mais pobres a passarem por este momento tão difícil, como moeda de troca para um ajuste duríssimo contra aqueles servidores que estão neste momento na linha de frente contra a COVID-19 e atuando para minorar os efeitos perversos da Pandemia nas vidas das brasileiras e brasileiros.

Apelamos aos camaradas que chegaram a se iludir com esse governo que reconsiderem. Reflitam. Foi para isso, para esse menosprezo à vida que vocês utilizaram o seu direito de votar? Foi para terem o orçamento das universidades cortado e seus salários congelados, agora constitucionalmente, que vocês deram seu voto a Bolsonaro? Acreditamos que não! Por isso, chamamos vocês a se somarem aos milhões que nesse momento expressam a sua indignação e dizem com todas as forças: NÃO a Bolsonaro e a seu governo de morte e destruição!

Negacionismo, terraplanismo científico e econômico são os legados desse governo. Um governo que precisa ser detido por ameaçar a vida de milhões, não apenas no Brasil, mas em todo o mundo. No mundo inteiro, a agenda neoliberal foi interrompida e, em alguns casos, revertida, porque apenas o Estado tem condições de atuar de forma planejada para atender a uma crise das proporções que a COVID-19 provocou. Aqui, seguem destruindo o Estado e, pior, sob aplausos do mercado, que se mostrou insensível diante da morte e do colapso do sistema de saúde em todo o país.

Agora, mais uma vez, Bolsonaro nos ameaça com a ditadura. Mais uma vez afirma ser fácil instalá-la. Estamos aqui para dizer que, como de outras vezes, o “mito” de araque está errado. A união das trabalhadoras e trabalhadores do serviço público e da iniciativa privada, do campo e das cidades, dos professores, professoras, das técnicas e técnicos das universidades, dos estudantes, saberá barrar os arroubos autoritários do Capitão Bolsonaro e seus milicianos. A mobilização dos trabalhadores derrotou a ditadura nos anos 1980. Agora, nos anos vinte de nosso século, essa mesma mobilização irá rechaçar as tentativas de destruir a nossa democracia. Não aceitaremos ameaças, já nos tiraram muito. Não vão retirar a nossa voz, nossa liberdade e tudo o que construímos até aqui: o SUS, a Universidade Pública, Gratuita, de Qualidade e Socialmente Referenciada, as cotas, o combate às discriminações de raça e gênero e tantas outras pelas quais lutamos.

Resistiremos porque este sindicato deve isso àqueles que o fundaram e que o trouxeram até aqui. Resistiremos porque o SINTUFCE tem a luta por um país e por dias melhores em seu DNA. Resistiremos porque temos e acreditamos em um projeto de país mais justo, soberano, com igualdade e justiça para todas e todos. Resistiremos também porque sabemos que os técnico-administrativos em educação são combativos e cerrarão fileiras junto com o SINTUFCE na defesa da democracia!

Ditadura Nunca MAIS!

Fora Bolsonaro, Mourão e Paulo Guedes!

Pela Revogação do teto de Gastos e da PEC Emergencial

Auxílio e Vacina para todos já!

 

Diretoria Colegiada do Sintufce

A anulação da condenação do Lula é algo muito importante para todos os trabalhadores, independentemente de serem ou não apoiadores de Luiz Inácio Lula da Silva, porque, como o Sintufce já vinha dizendo há muito tempo. o julgamento de Lula foi completamente parcial. Inclusive ainda estão tramitando pelo STF vários pedidos de anulação das condenações por conta da parcialidade do Sérgio Moro que já está mais do que provado, tanto pela “Vaza Jato” como por ele ter sido nomeado ministro do Bolsonaro, que foi quem mais se beneficiou com a prisão do Lula, ao ser eleito presidente.

O nível de parcialidade da Justiça é tão grande que uma decisão de 2015 dizia que Curitiba só podia julgar casos ligados à Petrobras e a condenação de Lula foi justamente por questões que nada têm com a Petrobras, ou seja, foi realmente a toque de caixa essa condenação. Agora, com a anulação da condenação, Lula recupera seus poderes políticos e isso já começa a movimentar porque começam os ataques cada vez mais duros da direita que não deseja o retorno do governo de esquerda à presidência da república. que não deseja que esse projeto que está aí, de desmonte de direitos seja interrompido, e não deseja que o neoliberalismo, que deseja arrasar com os servidores públicos e tirar a saúde e a educação do povo trabalhador brasileiro, venha a ser interrompido ou diminuído.

Entretanto, para nós, enquanto sindicalistas, enquanto servidores públicos e enquanto trabalhadores, é muito positivo ter o companheiro Lula habilitado a concorrer à eleição. Significa dizer que nós não concordamos com esse projeto que aí está e dizer também que é necessário um novo projeto de país que leve em consideração as necessidades do povo e que possa recolocar o país nos eixos, nos rumos. Tornamos a dizer sempre, tanto na nacional da Fasubra quanto no Sintufce, sempre defendemos que era necessário que o julgamento parcial fosse anulado. Isso aconteceu e agora é preciso lutar com todas as forças para que o projeto de desmonte que está aí seja detido.

 

Diretoria Colegiada do Sintufce

Gestão Lute

contact
Endereço
Rua Waldery Uchoa, 50 | CEP: 60.020-110, Benfica / Fortaleza-CE
Telefone
3052.3650 / Fax: 3052.3651