v1

v2

Em parceria firmada desde 2020 com o plano de saúde Hapvida, o Sintufce - Gestão LUTE divulga a nova tabela e as informações pertinentes aos servidores filiados que desejam aderir ao sistema de saúde. A colaboradora responsável pelas adesões é Beatriz Maressa, que irá atender através do email Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.; Whatsapp (85) 98927-8390 e telefone (85) 99960-8390. Quem preferir ser atendimento de forma presencial, pode se dirigir até a corretora, localizada na Avenida 13 maio, 2390, Fátima, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.

Os servidores dos Campi do interior da UFC, UFCA e Unilab, podem entrar em contato com a colaboradora Hapvida através dos contatos acima para saber mais sobre o processo de adesão.

hapvida tabela 

O Sindicato dos Trabalhadores das Universidades Federais no Estado do Ceará (Sintufce) participou, ao lado de outras entidades, da manifestação pelo “Fora Bolsonaro”, em Fortaleza, no último sábado (29/05). Nesse mesmo dia, a mobilização contra o presidente e a favor da vacina mobilizou várias capitais, que também realizaram atos de protesto denunciando ainda a precarização do serviço público, com o avanço da PEC 32/2020, que trata da Reforma Administrativa.

Segundo o diretor do Sintufce, Wagner Pires, esse dia representou uma grande vitória da classe trabalhadora, porque mostrou à classe dominante que “não aceitaremos perder direitos”. “Quando um governo se torna mais perigoso que o pópeio vírus, provamos que estamos dispostos a sair nas ruas e dizer um retumbante “não” à Reforma Administrativa, a Bolsonaro e a Paulo Guedes”, disse.

Durante o ato, diretores do Sintufce distribuíram frascos de álcool em gel para os participantes, que se concentram na praça da Gentilândia, no Benfica. A mobilização reforçou, ainda, a campanha “Vacina no Braço, Comida no Prato”, abraçada pelo Sintufce e que ganhou força nas redes sociais e em atos públicos por todo o país.” Não podemos aceitar que continuem a morrer milhares de brasileiros vitimados pelo Covid-19 e nem que essa pandemia se alastre a níveis tão alarmantes como temos visto. Precisamos, mais do que nunca, de políticas sociais, da ciência e da universidade. É preciso que os servidores técnicos da UFC, UFCA e Unilab estejam juntos e irmanados para que possamos derrotar esse governo genocida”, frisou o diretor do Sintufce após o ato público na capital.

Diante do contexto sanitário imposto pela pandemia, recomenda-se que todos que participem das atividades em espaços públicos levem álcool gel e máscaras de proteção (especialmente os modelos PFF2/N95) e busquem manter o distanciamento social durante essas atividades.

Em reunião com a administração da Unimed Fortaleza, a diretoria do Sindicato dos Trabalhadores das Universidades Federais no Estado do Ceará (Sintufce / Gestão Lute) conseguiu negociar o reajuste anual a partir do mês de julho, proposto inicialmente pela empresa para 17,5%, e garantindo, assim, uma redução para 10%, índice ainda menor do que o vigente no ano passado. Em parceria com o Sintufce, a Unimed Fortaleza também anunciou o benefício exclusivo de carência zero para novas adesões no mês de julho, em que se comemora o aniversário do contrato do Sindicato.

 

unimed

 

 

 

 

carta unimed

A comunidade acadêmica tem sido surpreendida com diversas iniciativas que pretendem estabelecer o retorno das atividades educacionais na modalidade presencial nas intituições públicas de ensino superior. Em resposta às pressões do governo federal, os reitores de cinco instituições de ensino superior no Ceará assinaram um manifesto em defesa da vida e da edudação no qual se posicionam contrários à possível retomada das aulas presenciais no atual momento, em que ainda há grande número de pessoas a serem imunizadas em todo o Estado.

Assinaram o documento os reitores da Universidade Estadual do Vale do Acaraú (UVA), da Universidade Regional do Cariri (URCA), da Universidade Estadual do Ceará (UECE), do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE) e da Universidade Federal do Cariri (UFCA). Entretanto, como observa Wagner Pires, diretor do Sindicato dos Trabalhadores das Universidades Federais no Estado do Ceará, não assinaram o manifesto os reitores da Universidade Federal do Ceará (UFC) e da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab), duas instituições cujos reitores são notadamente alinhados com o Bolsonarismo.

 

Leia na íntegra o manifesto assinado pelos reitores das cinco instituições cearenses de ensino superior.

 

Manifesto em defesa da vida, da educação e da imunização para todos

Nos últimos dias, fomos surpreendidos com diversas iniciativas que visam ao retorno das atividades educacionais na modalidade presencial. Dentre elas, destacamos o PL nº 5595/2020, que proíbe a suspensão das aulas presenciais durante pandemias e calamidades públicas e emergências, e a concessão de tutela, por parte da 3ª Vara da Fazenda Pública, autorizando o retorno das atividades de ensino na modalidade presencial para todo o ensino médio.          

Os reitores da Universidade Estadual do Vale do Acaraú (UVA), da Universidade Regional do Cariri (URCA), da Universidade Estadual do Ceará (UECE), do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE) e da Universidade Federal do Cariri (UFCA) vêm a público se manifestar contrários à possível retomada das aulas presenciais no atual momento, em que ainda há grande número de pessoas a serem imunizadas e em que foi iniciada a retomada lenta e gradual no estado do Ceará. Hoje, por exemplo, nacionalmente, ultrapassamos a marca de 444 mil vidas perdidas para a Covid-19 e de 15 milhões de casos acumulados desde o início da pandemia.

Além disso, vivemos um contexto cujas condições de acesso aos serviços de saúde não são similares para todos. É nesse cenário preocupante que, apesar de todos os esforços dos governos, ainda não atingimos, em nível nacional, a imunização com duas doses sequer de 10% da população, segundo dados da plataforma Our World in Data, da Universidade de Oxford.

É nesse esteio que reafirmamos nossa posição em defesa da vida de docentes, discentes, servidores e trabalhadores em regime de terceirização, bem como de suas famílias, motivo pelo qual nos colocamos contrários à presencialidade do ensino, enquanto não houver sido realizada a imunização completa da comunidade acadêmica.

A vacinação é uma estratégia coletiva de imunização, motivo pelo qual sua eficácia depende do seu alcance a uma maioria. Infelizmente, esse ainda não é o cenário que vivenciamos hoje, agravado pela situação desigual nos aspectos econômico e social, além da desigualdade de acesso a serviços de saúde e de transporte.

Nosso posicionamento é fortalecido pela carência de estudos que comprovem a segurança na retomada presencial das aulas ou que demonstrem que o risco de contrair a Covid-19 em ambiente educacional seja pequeno ou inexistente sem que docentes, discentes e servidores estejam completamente imunizados. Na verdade, dados da Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ, 2020) e do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE, 2020) apontam o inverso: a volta às aulas presenciais seria um perigo eminente para a saúde de milhões de brasileiros(as), em especial para professoras e professores – muitos dos quais com comorbidades –, estudantes e suas famílias, que são compostas por pessoas de diversos grupos, incluindo idosos. Diversas famílias também vivem em situação de vulnerabilidade social, o que agrava a sua exposição às novas cepas, cada vez mais transmissíveis e resistentes.

O distanciamento social, o uso de máscaras e a higienização das mãos, indiscutivelmente, colaboram para reduzir o contágio, motivo pelo qual, enquanto não há vacina disponível para todas as pessoas, são as únicas medidas realmente eficazes no combate ao coronavírus. No entanto, esse argumento se respalda quando, na atividade em questão, há a possibilidade de manter, de fato, a distância entre as pessoas, o que é, em termos práticos, pouco provável no ambiente educacional.

Como gestores de instituições de ensino superior públicas, gratuitas e de qualidade, estamos cientes das dificuldades de ordem pedagógica em virtude, especialmente, das condições desiguais de acesso às tecnologias e da adaptação das atividades à modalidade remota. No entanto, a nossa prioridade, no momento, está fortemente relacionada à preservação da saúde e da vida da comunidade acadêmica.

Ao passo que defendemos o fortalecimento da educação pública e gratuita, bem como a construção de uma política de democratização de acesso às tecnologias digitais e aos serviços de saúde, especialmente, às vacinas, trazemos um posicionamento responsável no sentido de preservar vidas e de, juntos, vencermos a pandemia que nos assola desde 2020.

O compromisso com a educação, com a saúde e com a vida devem ser fruto de uma luta de todos nós.

Prof. Dr. Fabianno Cavalcante de Carvalho
Reitor da Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA)

Prof. Dr. Francisco do O’ de Lima Júnior
Reitor da Universidade Regional do Cariri (URCA)

Prof. Me. Hidelbrando dos Santos Soares
Reitor da Universidade Estadual do Ceará (UECE)

Prof. Dr. José Wally Mendonça Menezes
Reitor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE)

Prof. Dr. Ricardo Luiz Lange Ness
Reitor da Universidade Federal do Cariri (UFCA)

 

LEIA A NOTA do Sintufce na qual se posiciona sobre o retorno das atividades presenciais nas universidades.

 

Com informações da UFCA

https://www.ufca.edu.br/noticias/manifesto-em-defesa-da-vida-da-educacao-e-da-imunizacao-para-todos/

contact
Endereço
Rua Waldery Uchoa, 50 | CEP: 60.020-110, Benfica / Fortaleza-CE
Telefone
3052.3650 / Fax: 3052.3651