A Diretoria Colegiada do Sintufce lamenta profundamente o falecimento de Samia Terezinha, irmã da servidora da UFC, Silvia Holanda. Não há dor maior do que ter de dizer adeus aos que amamos. Nem há saudade tão eterna como aquela que nasce com o luto. Por isso, oramos a Deus para que conceda conforto a nossa amiga Silvia e sua família, muita força nesta hora tão difícil. Receba as nossas sinceras condolências.

O SINTUFCE repudia de forma veemente a Portaria 1030 de 1º de dezembro de 2020, que, ignorando a recomendação do Conselho Nacional de Educação, determina o retorno às aulas presenciais em 04 de janeiro de 2020. Este governo, com razão, pode ser considerado como o governo a morte, ao ignorar a gravidade da pandemia. Sua inação, suas teorias conspiratórias e seu negacionismo já custaram a vida de milhares de brasileiros, cujas mortes poderiam ter sido evitadas se, em vez de transformar a pandemia em uma disputa política com os governadores que Bolsonaro, considerasse seus desafetos.

Como se não bastasse o desempenho pífio da economia, o desemprego, a falta de sensibilidade social e mesmo política para se solidarizar com as famílias enlutadas, o governo, através do MEC, deseja arrastar as Universidades Federais para uma espiral de assombro, desassossego e medo, ao exigir, sem nenhum diálogo com as respectivas comunidades acadêmicas sobre uma medida tão relevante quanto essa.

Entretanto, sabemos do desprezo que este governo tem para com a universidades. Intervenção, desrespeito à autonomia universitária e outros absurdos são rotina no MEC, seja qual inepto esteja encarregado de destruir a educação brasileira capitaneando o ministério. É a autonomia universitária que deve ser agora utilizada como a mais eficaz arma contra uma medida que carece de legitimidade! Neste momento, assistimos a um recrudescimento de casos de COVID-19 e de mortes causadas pelo Corona Vírus. Longe de retornar as atividades presenciais da Universidade, o que precisamos é renovar os isolamento social, garantir o Auxílio Emergencial para todos os que necessitam e permitir que os trabalhadores possam ter a segurança pra cuidar de suas famílias em casa, enquanto os governos se empenham para aquisição das vacinas que já começaram a surgir.

Os Técnico-administrativos em Educação não podem ser coagidos a um retorno, em meio a essa situação delicada e o SINTUFCE se coloca aberto ao diálogo com as gestões da UFC, UFCA e UNILAB para que o direito desses trabalhadores de não serem expostos ao risco seja garantido. Não podemos ser cúmplices de uma medida como essa, que, longe de garantir a educação Superior, poderá transformar as universidades em focos de propagação do vírus. A comunidade acadêmica das três universidades federais cearenses deve caminhar junto para impedir que esse crime seja replicado em nossas universidades! SINTUFCE em defesa da vida! Fiquem em casa! Aulas e atividades remotas, com garantia de equipamentos e acesso à internet para docentes e técnicos! FORA BOLSONARO, MOURÃO e PAULO GUEDES!

O Supremo Tribunal Federal (STF) publicou, nesta segunda-feira, 16, decisão a respeito do mandado de segurança 37488, que requer a suspensão da tramitação da reforma administrativa (PEC 32/2020). A decisão, assinada pelo relator, ministro Marco Aurélio, determina que a suspensão ou não da tramitação cabe ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

 

 

A Unimed Fortaleza está oferecendo vantagens para os servidores filiados ao Sintufce que tiverem interesse em fazer sua adesão ao plano de saúde até o dia 10/12/2020.

- 100% de desconto na 1ª mensalidade;

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A cultura popular é uma das coisas mais belas. Tem a sua sabedoria, suas lições, que de forma alguma podem ser negadas por nós, que construímos a Universidade Pública. Algumas vezes essa sabedoria milenar até é transmitida via oral por pequenos ditos populares, bem criativos e até bem humorados. Um deles é: "Os cães ladram, mas as caravanas avançam". Essas e outras joias da cultura popular são pequenas doses de riqueza cultural para todos nós.


Dito isso, cabe tratar aqui de um assunto muito sério: a luta pelos direitos de nossa categoria. Desde o golpe de 2016, estamos vendo ataques e mais ataques contra os direitos dos trabalhadores e contra a universidade. Numa sanha devoradora, primeiro Temer e agora Bolsonaro, avançam contra nós e a cada dia apertam mais o pé sobre o pescoço de quem trabalha. Junto com eles, os políticos da direita e do centro que também se apressam a precarizar o trabalho, enquanto garantem privilégios e benesses para si, além disso, temos um judiciário cada vez mais rendido aos interesses do fascismo, do neoliberalismo e das classes dominantes, deixando de aplicar a justiça e tomando decisões que prejudicam nós, os de baixo, os que trabalhamos e produzimos.


O SINTUFCE esteve à frente de todas as lutas que ocorreram na universidade. Fomos para a rua gritar: Ele não! Colocamos o bloco na rua, não só em Fortaleza, mas no Cariri, em Redenção e em todos os campi, contra os cortes na Educação e nas universidades; batemos de frente com o governo e rechaçamos o Future-se junto com toda a comunidade acadêmica; Dissemos e continuamos dizendo não ao interventor, que por sinal, a oposição não tem dado a atenção que tem dado a direção do sindicato, porque não há uma linha contra o interventor em seus folhetins; providenciamos máscaras, faceshields e kits contra COVID com nossa base e assumimos a luta intransigente contra o retorno às atividades presenciais em meio a pandemia. E a base sabe que ainda fizemos mais, porque em cada setor, em cada campi, o SINTUFCE está lado a lado com os servidores!

A bola da vez é a reforma administrativa. Para deter esse retrocesso é preciso ter a mais ampla unidade entre nós. Não dá para ir a luta dividido, isso nos enfraquece. A divisão entre nós só interessa a Bolsonaro, Paulo Guedes, Maia e cia.

Por isso chamamos a categoria a unidade. Sair do jogo estéril daqueles que se ocupam apenas em difamar e esquecem de se mover para a luta. Que a categoria deixe de lado os que se regozijam quando a justiça diz um não para toda a categoria, porque só interessa um cálculo eleitoral fajuto. Não se pode tapar o sol com a peneira. Olha aí, voltamos a citar a sabedoria popular. Quando se apela à justiça burguesa, sabemos que estamos apelando dentro de um enorme conflito de interesses, pois, hoje, a parcialidade de certas cortes é deveras discutível. O revés sofrido não é definitivo. Nossa base, capacitada e inteligente, sabe disso. Nosso departamento jurídico já está aprontando os recursos cabíveis e segue incansável na luta, pois sabe que nosso lema: LUTE SEMPRE, não é em Vão.

Temos muita luta pela frente. Estamos cientes disso. Precisamos derrotar de uma vez por todas o Bolsonarismo, o neoliberalismo e todos os seus agentes no governo e dentro e fora da universidade.

E para isso usaremos todas as armas: sairemos às ruas, recorreremos à justiça, colocaremos outdoors em todo o estado, enfim, seremos incansáveis, faremos o que for preciso para defender nossa carreira e nossas universidades.
Por isso esse apelo a unidade. Não dá, tornamos a repetir, pra ficar de picuinha, num momento desses. Venham todas e todos construir pontes e não muros. Chega de divisões entre nós. Quem não pode ter paz em nenhum momento é este governo!


Somos servidores públicos, merecemos respeito!

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