Parabenizamos nossos heróis da Enfermagem: seguiremos com vocês! Diariamente, o Complexo Hospitalar da UFC é palco das atividades de um grupo de profissionais que são muito valiosos para a saúde pública brasileira e a saúde dos cearenses. São enfermeiras e enfermeiros, técnicas e técnicas de enfermagem, auxiliares, mulheres e homens que propiciam os cuidados necessários aos pacientes que buscam os serviços ofertados pelos equipamentos de saúde da UFC.

São profissionais que, diante da Pandemia provocada pela Coronavírus, estão no momento desempenhando seus papéis, que já eram importantíssimos, com um risco muito maior do que o que já os marcava cotidianamente. Diariamente, deixam suas famílias e amigos e se expõem ao risco do Covid-19, porque entendem que a sua missão primordial é salvar vidas. Infelizmente, esses guerreiros não estão podendo contar com um ambiente de trabalho saudável e nem mesmo com EPI’s suficientes e adequados para o desempenho de suas funções.

Por isso, este 12 de maio, dia Internacional do profissional de Enfermagem não pode ser apenas um dia festivo. É preciso que seja um dia de lutas! Para chamar a atenção para a situação de todos os profissionais de enfermagem que estão atuando, mesmo diante de todas as dificuldades para que possamos vencer esta doença. Uma rápida olhada pelos jornais mostra que, no Brasil, o número de enfermeiras e enfermeiros mortos já ultrapassa até mesmo o número desses profissionais mortos nos EUA, país epicentro da Pandemia. É preciso reverter esse quadro porque o adoecimento desses profissionais e seu consequente afastamento das atividades impedirá o êxito das ações contra o Covid-19, ao dificultar o atendimento dos infectados.

É criminosa a postura de Bolsonaro de menosprezar a gravidade da Pandemia porque isso só contribui para que a população não tome os cuidados adequados e se exponha ainda mais a si próprio e a todos os profissionais de saúde ao risco de contaminação. É preciso que as instituições brasileiras deem um basta nesta atitude genocida, nesta verdadeira política da morte, que já ceifou a vida de milhares de brasileiros. Estamos em uma luta pela vida e como tal não podemos transigir com o desejo de parte da elite brasileira que deseja reabrir a economia e dar fim ao isolamento social para salvar seus lucros. Os governos devem prover as necessidades da população brasileiras para que esta possa cumprir o isolamento social e, em breve, sairmos desse momento tão grave. #FICAEMCASA!

O Sintufce se coloca ao lado de todos os profissionais do Complexo Hospitalar e o faz não apenas com palavras. Realizamos, recentemente, a doação de máscaras, face shields e outros EPI’s, além de estarmos sempre cobrando da direção do Complexo por melhores condições de trabalho para todos os servidores, além da realocação dos profissionais que pertencem aos grupos de risco para áreas de reduzido contato com suspeitos da infecção e até mesmo o afastamento destes profissionais para o trabalho remoto, dependendo dos casos. Nossos diretores e diretoras lotados no Complexo estão em seus locais de trabalho, dando a sua contribuição e atuando para que os profissionais estejam seguros e bem, para que possam voltar para suas famílias não apenas com a certeza do dever cumprido, mas também com o alívio de que não estão levando o perigo aos seus.

Parabéns as nossas heroínas e heróis! Exigimos o respeito e a consideração que esses profissionais merecem! Lutaremos até o fim para que os direitos dos trabalhadores sejam respeitados!

LUTE COMO UM PROFISSIONAL DE ENFERMEIRA! LUTE COMO UM TAE!

FELIZ 12 DE MAIO! NA LUTA SEMPRE!

Diretoria Colegiada do Sintufce

Gestão Lute

cassia0A Diretoria Colegiada do Sintufce deseja feliz aniversário para a coordenadora de Assuntos Jurídicos, Carreira e Relações de Trabalho, Cássia Araújo, que desempenha grandemente sua função na Instituição.

Cássia não se destaca somente pelo seu conhecimento jurídico, a coordenadora também tem uma linda jornada na Universidade Federal do Ceará, quando ingressou em 1990 como técnica-administrativa em Educação, com função em auxiliar de enfermagem. Sua lotação se deu na Maternidade Assis Chateaubriand (MEAC), no setor de emergência. Em 20 anos de dedicação, ela construiu carreira na Universidade que lhe deu suporte para formação de especialista em Saúde da Família, além de uma graduação em Gestão Hospitalar, em 2008.

Neste 1º de Maio, não teremos os tradicionais atos das centrais sindicais, dos movimentos sociais e das trabalhadoras e trabalhadores que lutam por mais justiça social e em defesa dos direitos. Diferente da direita raivosa que sai irresponsavelmente às ruas em carreatas da morte e, pasmem, colocando seus empregados e colaboradores literalmente de joelhos na frente das suas lojas para defenderem os interesses dos patrões. Neste 1º de Maio, o Sintufce e outros sindicatos estarão e mantendo o isolamento social, ocupando as redes sociais e engrossando o grande panelaço contra as medidas do governo às 20h30.

A Pandemia que arrasa com a vida dos brasileiros mais pobres evidencia a brutal desigualdade que vivenciamos em nosso país e que tem se agravado, graças às políticas de austeridade que vêm sendo aplicadas desde o golpe: O Teto de Gastos, a Reforma Trabalhista, a reforma da previdência e outras, tão ou mais nefastas do que essas, que estão por vir ou que já estão sendo aplicadas na calada da noite. 

Bolsonaro deixa de lutar contra o Coronavírus para lutar contra os brasileiros. Desde o Início, colocou-se contra o isolamento social e trabalhou para não garantir que os trabalhadores pudessem ter segurança financeira e estabilidade nos empregos para protegerem a si e a suas famílias. A atuação dele sempre foi e será, mesmo durante a Pandemia, em defesa dos patrões. Neste momento, milhões de trabalhadores estão perdendo renda, graças a seu projeto de suspensão dos contratos de trabalho. A Renda Básica Emergencial, projetada por Paulo Guedes para ser apenas R$ 200,00, foi ampliada para R$ 600,00 pelo congresso. No entanto, o governo complica e desinforma, deixando milhões de brasileiros em suspense. O atraso nos repasses e nas análises é criminoso diante de brasileiros que já estavam desempregados e às voltas com uma difícil situação de desamparo e aperto financeiro.

Enquanto isso, Paulo Guedes se volta contra os servidores públicos. A ameaça de congelamento e cortes de salários não é nova. De tempos em tempos, ele levanta essa bola à espera de alguém que compre a ideia e nos massacre. Agora, diante da crise gerada pelo Coronavírus, eles redobram a aposta, justificando esse ataque como necessário para financiar as ações contra a COVID-19.

Esse governo não pode esperar. Ainda no começo das medidas de isolamento lançou uma Instrução Normativa, a IN-28, que atacava a renda dos servidores, determinado o corte de inúmeros benefícios. As universidades, que tão logo viram os decretos de isolamento dos governos estaduais, passaram a operar por meio de atividades remotas, e que deveriam resistir, em defesa dos servidores, que em momento algum deixaram as  universidades pararem, apenas abaixaram a cabeça e foram em maior ou menor grau, cedo ou tarde, cumprindo essa IN, deixando o servidor entre dois fogos: ou o corte de rendimentos, em um momento em que é necessário ao servidor contar com a totalidade de sua renda ou o retorno às atividades presenciais, expondo ele e a sua família ao risco de contaminação.

Perguntamos: valerá a pena? O SINTUFCE já ajuizou ações contra esse corte e espera que a Justiça compreenda que este não é o momento para que cortes sejam feitos à renda dos servidores. Pelo contrário, este é o momento de reforçar a renda do trabalho, das atividades laborais de todos os trabalhadores. Tudo isso é feito sob o argumento de salvar a economia, mas que moral tem em falar em salvação da economia um governo que, antes da pandemia, nada tinha para apresentar aos 13 milhões de desempregados no país? Um governo que deixou os brasileiros à própria sorte quando comemora o aumento da informalidade e das atividades de trabalho precárias e sem qualquer tipo de assistência? Como pode falar em salvar a economia quando vemos, cada vez mais, o país minguar em recursos e o fechamento de importantes indústrias, reduzindo-nos ao papel de simples fornecedores de matérias-primas?

Nossas universidades veem o corte de investimentos em cada orçamento que esse governo prepara, convive com a falta de servidores porque não liberam as vagas necessárias e, ainda, são ameaçadas por um programa de privatização muito mal-ajambrado, chamado ironicamente de “Future-se”, quando sabíamos que seu objetivo era só nos levar para trás. A articulação de docentes, técnicos e discentes não permitiu que o descalabro fosse
adiante.

Não obstante, o ódio à universidade pública continuou. O ministro nos acusa de balbúrdia, de termos extensas plantações de maconha e outras mentiras. Diariamente, a direita lança sobre essa universidade e sobre os que a constroem as mais diversas acusações. Entretanto, foram essas universidades, esses servidores, que se colocaram na linha de frente contra o Coronavírus. Auxiliam de diversas formas: fazendo exames, divulgando dados, doando EPI’s, fabricando máscaras, entre outras atividades. Em conjunto, as universidades públicas fizeram mais do que todo o governo Bolsonaro.

No Complexo Hospitalar da UFC, os servidores estão na linha de frente contra o Coronavírus e, apesar da EBSERH, têm desempenhado com heroísmo suas atividades. Mesmo assim, não podemos só saudar os servidores! Devemos exigir condições seguras de trabalho para todos, com o uso de equipamentos de proteção individual e o afastamento dos servidores em grupo de risco. Nosso sindicato tem feito essa cobrança e caminhado lado a lado com estes servidores, inclusive doando EPI’s com esta finalidade!

Por isso chegamos aqui nesse 1º de Maio para dizer a todos: CHEGA! Vamos lutar, vamos colocar um ponto final na barbárie fascista que tem tentado destruir a carreira dos servidores, para evitar que estes continuem a trabalhar em prol da sociedade. Vamos dar um basta no autoritarismo deste governo que intervém nas universidades e IF’s e impõe reitores e diretores que não representam o projeto que a comunidade acadêmica defende.
Vamos seguir na luta, pois o 1º de maio não é um dia de festa, é um dia de luta e LUTA. É o que o Sintufce tem feito e muito bem feito durante toda a sua história!

Pelo direito de Isolamento Social a todos os trabalhadores, com estabilidade para todos e salários pagos pelo Governo Federal! Revogação imediata da IN-28! Nenhum corte nos benefícios dos servidores! Contra o congelamento de salários! Os trabalhadores do serviço público não podem pagar pela crise! Fora Weintraub! Fora Paulo Guedes! Fora Bolsonaro!

1º DE MAIO DE LUTA! TODOS PARTICIPANDO DO PANELAÇO ÀS 20h30!

Diretoria Colegiada do Sintufce
Gestão Lute

Incapaz, sequer, de prover o pagamento do Auxílio Emergencial ao povo brasileiro e de impedir a queda da renda e o desemprego de milhões de brasileiros, o ministro Posto Ipiranga parece que sabe unicamente destratar os servidores. Diferente da inação que caracteriza a presidência da república e seus ministros, é o servidor público que se coloca na linha de frente do combate a Pandemia. Nos hospitais, milhares de servidores se expõem ao risco para salvar vidas. Em todo o país, por meio do trabalho remoto, as instituições seguem funcionando e provendo os direitos da população brasileira.

Entre essas, encontram-se as universidades, onde os Técnicos-Administrativos em Educação (TAEs) continuam desempenhando suas atividades e contribuindo por meio das atividades de Ensino e Pesquisa para a superação do Coronavírus e da Covid-19.

No Ceará, além dos leitos do Complexo Hospitalar, a UFC realiza pesquisas e testes sobre a doença. Na UFCA, além da doação de EPI’s e da produção e doação de máscaras face shield’s, pesquisadores da instituição montaram uma plataforma com informações sobre o novo Coronavírus. A UNILAB apoia as ações das prefeituras do Maciço de Baturité contra a Covid-19. Além disso, nossas universidades anteciparam as colações de grau dos cursos da área de saúde para prover a sociedade de novos médicos para auxiliar nas ações da sociedade contra a pandemia.

Esses servidores estão sem aumento de salários desde 2018. As universidades cearenses atuam com um déficit de servidores TAE, para o qual o governo federal tem sido insensível, não liberando vagas suficientes para as importantes atividades desempenhadas nas federais. Além disso, por meio da IN-28, o governo corta auxílios e benefícios dos servidores por conta do mesmo trabalho remoto que está garantindo a realização das atividades. O Sintufce diz NÃO a esse ataque à renda dos servidores e luta para que cada servidor possa permanecer em casa, a fim de evitar riscos para si e suas famílias.

Agora, o governo diz que precisa do sacrifício desses mesmos servidores, para que fiquem sem aumento salarial por mais dois anos! Isso é um absurdo! Ainda insinua que o servidor tem suas geladeiras cheias. Além de muitos servidores, incluindo os aposentados e pensionistas, estarem passando por dificuldades - fruto da política econômica de Bolsonaro e Guedes - e por conta disso, dificilmente estariam com suas geladeiras cheias, a verdade é que isso não é um privilégio! Deveria ser um direito de todos os trabalhadores. Um direito que o elitista Guedes e o miliciano Bolsonaro não entendem. A condução deles no governo mostra que o grande projeto dessa equipe é retirar direitos e deixar os trabalhadores à míngua.

O Sintufce não abre mão da defesa dos direitos e não vai aceitar o congelamento de salários sem luta! Chamamos a união dos que trabalham, por meio de uma grande greve geral chamada pelas centrais sindicais, para derrotar esse governo de criminosos!

Em defesa das Universidades! Fora Guedes, Weintraub e Bolsonaro! Lute Sempre!

Diretoria Colegiada do Sintufce

Gestão Lute

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A coordenadora Geral do Sindicato dos Trabalhadores das Universidades Federais no Estado do Ceará (Sintufce), Keila Camelo, participa hoje (27/04), às 19h, de bate-papo online no Facebook do PSTU Ceará sobre o coronavírus e situação dos serviços públicos.

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