O SINTUFCE repudia veementemente os ataques do governo SARTO ao serviço público municipal de Fortaleza. Causa estarrecimento em todos nós que um governo do PDT aplique no nível municipal a mesma agenda de ataque e precarização do trabalho das servidoras e servidores, que Bolsonaro aplica em nível nacional. A retirada de diversos direitos como o anuênio, as licenças prêmio, o fim das reduções de jornada, são ataques duríssimos a trabalhadores que estão na linha de frente do combate à Pandemia do Coronavírus e que, em vez de receberem reconhecimento, acabam por ver a piora das suas condições de trabalho.

Enquanto isso, não se pauta a criação e concessão de um auxílio emergencial municipal para os fortalezenses, nem mesmo se apresenta um plano de vacinação coerente que mostre como o município vai imunizar sua população. As prioridades estão invertidas. Na última eleição, as forças de esquerda da capital apoiaram a candidatura de Sarto do PDT, no segundo turno, para evitar a eleição de um aliado de Bolsonaro, por entender que seria um retrocesso para Fortaleza.

Agora, vê-se que as atitudes do, agora prefeito, não parecem ser tão diferentes da política do Capitão para Fortaleza. Lembremos que este é o mesmo PDT que, na Câmara, contribui com votos para as reformas de Bolsonaro. Exprimimos nossa solidariedade a todos as servidoras e servidores públicos sob ataque. Apenas a união de todos os trabalhadores em luta pode barrar esses retrocessos.

Em defesa de todos os servidores! Auxílio Emergencial para Fortaleza, já! Vacinação para todos!

Contra a Reforma Administrativa! Os servidores merecem respeito!

 

Diretoria Colegiada do Sintufce

Gestão Lute

Acatando a uma liminar no processo ajuizado pelo Sindicato dos Trabalhadores das Universidades Federais no Estado do Ceará (Sintufce), contra a Empresa Brasileira De Serviços Hospitalares (EBSERH) a UFC divulgou um cronograma de perícias técnicas em todos os setores do Complexo Hospitalar, com a finalidade de concessão de grau máximo de insalubridade (20%) para todos os servidores do  Hospital Universitário Walter Cantídio (HUWC) e da Maternidade-Escola Assis Chateaubriand (MEAC), incluindo os valores retroativos da insalubridade, em virtude da exposição sistemática ao contágio de COVID-19.

“Essa decisão representa mais uma importante vitória jurídica do Sintufce para os servidores do nosso complexo hospitalar. Mesmo com a oposição torcendo contra, estamos encaminhando essas e outras demandas importantes. Apesar das restrições por causa da pandemia, nosso trabalho continua vigilante e incansável", frisou Keila Camelo, coordenadora Geral do Sintufce / Gestão Lute. “Desde o início da Pandemia o nosso jurídico vem trabalhando nesse caso. Toda essa demora está sendo causada pela própria universidade que usa manobras jurídicas e compromete o andamento do processo”, lembrou Cássia Araújo, coordenadora de Assuntos Jurídicos.

Acompanhe o Caso

Em outubro de 2020, a juíza Karla De Almeida Miranda Maia, da 7ª Vara Federal-Cem, já havia concedido liminar no processo ajuizado pelo Sintufce determinado que a UFC realizasse as perícias de imediato, entretanto, desde então a decisão ainda não vinha sendo cumprida pela Universidade. Em sua decisão, a juíza concede ainda permissão para o Sintufce acompanhar a perícia nos setores das duas unidades que integram o Complexo hospitalar para averiguação da concessão do grau máximo de insalubridade ao servidores do local, a contar da decretação do Estado de Emergência em Saúde Pública Internacional, conforme portaria nº 188 do Ministério da Saúde (03/02/2020) e determina ainda o pagamento de dano moral no valor correspondente a um vencimento de cargo efetivo de cada servidor prejudicado.

Fundamentada pela Lei nº 8.112/90, que trata sobre os adicionais de insalubridade, periculosidade ou atividades penosas, a decisão judicial levou em conta o elevado grau de exposição constante daqueles servidores à contaminação pelo COVID-19 durante o desempenho de suas funções no Complexo Hospitalar, sem que tenha sido observado o seu devido cumprimento por parte da administração da UFC/EBSERH. “Diante de toda a conjuntura de fatos que estão sendo vivenciados no território nacional, em especial no Estado do Ceará, que de forma lamentável ocupou por muito tempo a terceira posição no número de pessoas contaminadas com o vírus da Covid-19, tenho como absolutamente injustificável que a UFC não esteja cumprindo à risca todas as determinações referentes ao pagamento do adicional de insalubridade”, avaliou a juíza.

Influenciada pelas Fake News grosseiras do Bolsonarismo, pelas Fake News sutis da imprensa, que apontam como única estratégia para melhoria de vida das trabalhadoras e trabalhadores a aplicação da agenda neoliberal, a população brasileira elegeu Bolsonaro. Tanto por meio do voto direto, quanto do voto indireto de quem se omitiu e votou nulo/branco ou nem votou.

O primeiro ano de Bolsonarismo foi o da aprovação da Reforma da Previdência que retirou o direito à aposentadoria de milhões de Brasileiros e onde os impactos do Teto de Gastos começaram a se fazer sentir com cortes no orçamento da Saúde e da Educação. O segundo ano foi marcado pela Pandemia, que deixou clara a Necropolítica do Governo, que simplesmente cruzou os braços enquanto milhares de brasileiras e brasileiros morriam de COVID-19. As ações do governo se resumiram a combater o vírus ora com negacionismo, ora com fake News, como as do “kit precoce”, medicamentos sem comprovação alguma de eficácia contra o vírus. A popularidade do governo despencou. A reprovação à Bolsonaro foi às alturas, mas o Brasil não é para principiantes.

O atual governo conseguiu uma vitória importantíssima nas eleições para a presidência da Câmara e do Senado. Agora, aliados de Bolsonaro comandam o poder legislativo. O presidente abriu os cofres e comprou o que a imprensa chama de Centrão, mas é só a velha camarilha fisiológica, que vota a favor de quem paga mais. Sabemos que governar com essa gente vai sair caro para o governo, mas não é com isso que eles se importam. Bolsonaro foi eleito para cumprir uma agenda. O mercado financeiro e a elite econômica, apostaram nele, apesar do seu racismo, da sua homofobia, do machismo, enfim do seu fascismo, por querer um presidente que tratorasse a oposição e implementasse a agenda neoliberal por completo.

Após o esforço para eleger um candidato menos bolsonarista, com a confirmação da vitória de Lira, a mídia iniciou os afagos, desejando que este tocasse a agenda de desmontes. Captando a mensagem, Lira já colocou para votar o PL sobre a independência do Banco Central, retirando a condução de parte das políticas econômicas do controle da democracia.

O novo presidente da Câmara já sinalizou seu alinhamento ao ministro da Economia, ao colocar como prioridades da pauta toda a agenda de Paulo Guedes. Isso significa que vem por aí a votação da PEC Emergencial, que vai constitucionalizar cortes de até 25% do salário dos servidores, além de impedir progressões e quaisquer mecanismos de melhoria salarial. Num momento em que disparam os preços dos combustíveis e dos alimentos, esse ataque penaliza os servidores, principalmente nós, Técnico-administrativos em Educação, empobrecendo ainda mais uma categoria que já se encontra sem aumentos salariais desde 2017.

Como se não bastasse, o ataque mais profundo é o representado pela Reforma Administrativa, que coloca em risco a estabilidade, além de desestruturar e destruir as carreiras dos servidores do executivo. Enquanto isso, o governo segue privatizando e entregando o patrimônio público para o mercado financeiro nacional e internacional angariarem lucros exorbitantes às custas da fome e da miséria dos brasileiros.

As universidades, tal como o SUS e outras instituições e programas públicos que servem a população brasileira, seguem recebendo cortes profundos. O desejo maior do governo para as universidades é tocar seu projeto de desmonte, sucateamento e privatização do Ensino Superior. A Pandemia nos forçou a ficar em casa isolados. Entretanto, o isolamento não nos impede de estarmos juntos, de seguir caminhando, resistindo, irmanados contra o governo que deseja, não apenas destruir direitos, mas que também está matando milhares de brasileiros com sua incompetência no combate ao COVID-19. O momento não é de dividir a categoria, levantando espantalhos que só servem para desmobilizar, fazer o jogo do governo. Queremos, sim, derrotar o governo e seus projetos nefastos. Neste momento de trevas, o SINTUFCE se atreve a levantar a chama da luta e chama a categoria a se juntar aos calendários de luta dos sindicatos e órgãos de defesa dos direitos das trabalhadoras e trabalhadores.

Não podemos permanecer calados e impassíveis diante dos ataques constantes. Se não podemos ocupar as ruas, por conta dessa segunda onda de pandemia, vamos ocupar as redes sociais, participar das carreatas, multiplicar as faixas e os outdoors que dialoguem com a população. A palavra de ordem é unificar: juntar os trabalhadores dos campos e da cidade, os estudantes, os movimentos sociais e todos os oprimidos, pois já que estão lá no topo da sociedade combinados em nos destruir, aqui devemos nos aliar para resistir!

FORA BOLSONARO, MOURÃO, PAULO GUEDES, LIRA E PACHECO!

EM DEFESA DOS DIREITOS DOS TRABALHADORES, CONTRA A REFORMA ADMINISTRATIVA!

EM DEFESA DA UFC, UFCA E UNILAB!

VACINA PARA TODOS JÁ!

NÃO ACEITAMOS REDUÇÃO DE LEITOS NOS HOSPITAIS PÚBLICOS!

 

Diretoria Colegiada do Sintufce

Gestão Lute

Prezado(a) servidor(a) filiado ao Sintufce, informamos que em razão de dois colaboradores do Sindicato terem testado positivo para a COVID-19 no início desta semana e outros dois estarem com sintomas suspeitos da doença, decidimos, em caráter de urgência, suspender, até o final do mês de fevereiro, o atendimento presencial que vinha sendo realizado de forma restrita em nossa sede administrativa.

Tal medida foi tomada a fim de preservarmos a segurança sanitária dos demais colaboradores, diretores e proteger os nossos filiados, sobretudo os pensionistas e aposentados, que frequentam constantemente o Sintufce. Por isso, essa suspensão temporária do atendimento cumpre um papel primordial de PROTEÇÃO À VIDA, prevenindo nesse momento a propagação do vírus, principalmente, nesta segunda onda da doença, na qual os especialistas prevêem uma ação ainda mais agressiva do vírus.

Comunicamos que durante esse período, o Sindicato passará, ainda, por uma rigorosa sanitização de todos os seus ambientes e para minimizar o transtorno ao encaminhamento das demandas de nossos filiados, atenderemos de forma remota. Para isto, estamos disponibilizando, a seguir, a lista completa de contatos de nossos colaboradores, de acordo com o assunto de interesse para que possamos assegurar o seu atendimento da  forma mais ágil e eficiente possíveis.

Informamos, ainda, que a entrega dos prêmios do sorteio do Natal Online também precisou ser suspensa até que seja concluído o trabalho de sanitização do Sintufce e desinfecção de todo o material acondicionado em nosso almoxarifado. Mesmo sem o atendimento presencial neste momento, nós que fazemos a diretoria do Sintufce Gestão Lute reiteramos o compromisso com nossos filiados e continuaremos vigilantes na prevenção ao Coronavírus e na luta pelos nossos direitos. Certos de que essa decisão é para o bem maior de todos, contamos com sua compreensão e nos mantemos a sua inteira disposição pelo atendimento remoto.

Atenciosamente,

Diretoria Colegiada do Sintufce

Gestão Lute

 

Atendimento Remoto do Sintufce

Lista de contatos

Recepção
(85) 9 9199-7807

Plano de saúde

-Roberta Ximenes (Unimed)
Administrativo
(85) 9 9663-0287

-Angela Lavor (Unimed)
Comercial
(85) 9 8685-7444

- Beatriz Souza (HapVida)
(85) 9 8927-8390

Jurídico
- Régia Carneiro
(85) 9 9444-8609

 

 

A diretoria colegiada do Sindicato dos Trabalhadores das Universidades Federais no Estado do Ceará (Sintufce) Gestão Lute informa que as dúvidas administrativas sobre seu plano de saúde da Unimed pode ser esclarecidas pela colaboradora Roberta Ximenes, que atende presencialmente na sede do Sintufce às segundas, terças e sextas, das 9h às 15h.

Mais informações pelo cel. (85) 99663-0287

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Telefone
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