A diretoria colegiada do Sindicato dos Trabalhadores das Universidades Federais no Estado do Ceará (Sintufce) entregou, na última quarta-feira, 22, protetores faciais (face Shields) aos servidores do centro cirúrgico da Maternidade Escola Assis Chateaubriand (Meac), que está sendo beneficiada com 450 unidades do equipamento. “A entrega desses EPI’s vai garantir mais segurança para o servidor do Complexo Hospitalar da UFC que está atuando na linha de frente no combate à COVID-19”, disse a coordenadora Geral do Sintufce, Keila Camelo.

A técnica de enfermagem Enilde Costa foi uma das beneficiadas com os protetores faciais entregues pelo Sintufce e diz que vai se sentir mais tranquila ao desempenhar sua função, sabendo que está devidamente protegida. “Com essa iniciativa, o Sintufce está nos ajudando bastante. “Sabemos que é um momento delicado no setor saúde, pois esse problema pegou todos de surpresa e os hospitais não tiveram tempo para se equiparem e fornecer os EPI’s para os profissionais. O nosso sindicato percebeu a angústia dos seus filiados, que mesmo com o caos têm que estar no combate, e logo providenciou esses equipamentos para assegurar a proteção desses profissionais. Agradecemos muito por este amparo”, relatou a servidora.

As face shields, como são conhecidos os protetores faciais, são equipamentos destinados ao uso das pessoas que desempenham atividades expostas a aerossóis ou gotículas, como é o caso dos profissionais de saúde que atendem pacientes sob suspeita de terem contraído a Covid-19: doença causada pelo novo Coronavírus.  O Sintufce está disponibilizando, ao todo, cerca de mil protetores faciais a profissionais de saúde do Complexo Hospitalar e do Centro de Desenvolvimento Familiar - CEDEFAM, na UFC. Os equipamentos foram produzidos por meio de uma de uma parceria do Sindicato com a Universidade Federal do Cariri (UFCA).

 

A diretoria Colegiada do Sindicato dos Trabalhadores das Universidades Federais no Estado do Ceará (Sintufce) participou, na última quarta-feira, 22, de uma audiência online com o superintendente do Complexo Hospitalar da Universidade Federal do Ceará (UFC), Carlos Augusto Alencar Júnior, com participação também do reitor Prof. Cândido Albuquerque.

Na ocasião, Cássia Araújo, coordenadora de Assuntos Jurídicos, e Keila Camelo, coordenadora Geral, cobraram uma posição da universidade sobre denúncias de que em alguns setores do complexo como o centro cirúrgico os servidores estariam trabalhando sem máscara N95. Segundo informou o superintendente Carlos Augusto, está havendo, de fato, uma racionalidade planejada na distribuição dos EPI’s, priorizando os setores mais necessitados, tendo em vista a escassez desse material em todo o mundo.

Por outro lado, para ajudar a suprir essa carência de EPI’s no Complexo Hospitalar  o Sintufce iniciou a distribuição de protetores faciais (face Shields) e também está providenciando a compra de máscaras N95 para contemplar os setores fechados e de máscaras cirúrgicas para a proteção de quem trabalha em outros setores, como os ambulatórios, por exemplo.

Outro assunto em pauta na reunião foi a aquisição de kits para teste rápido para detecção da COVID-19 no Complexo Hospitalar. Entretanto, como explica a coordenadora Cássia Araújo, a chegada desse material está prevista apenas para a segunda quinzena de maio. Diante da situação, com o objetivo de suprir esta demanda emergencial, o reitor Cândido Albuquerque se comprometeu, durante audiência com o Sintufce e a superintendência do Complexo Hospitalar, a disponibilizar, já a partir da segunda-feira, 27, testes para todos os servidores e colaboradores do local, caso o material seja entregue à UFC ainda na sexta-feira, 24.

Portanto, como enfatizou a diretora, esse material irá permitir a testagem massiva de todos os servidores com algum vínculo com o Complexo Hospitalar e deve dar mais tranquilidade para quem atua na linha de frente no combate ao COVID-19. “A testagem correta e segura dará ao servidor mais tranquilidade para desempenhar suas funções no dia-a-dia”, disse.

A Universidade Federal do Cariri (UFCA) doou, até a última quarta-feira, 22, quase 4.500 protetores faciais (face shields) para unidades de saúde em 12 municípios cearenses. As entregas começaram a ser realizadas pela universidade no dia 8 de abril. A expectativa é de que o total de doações chegue a cerca de 5.300 unidades até o final deste mês.

As doações mais significativas ocorreram em Juazeiro do Norte e em Fortaleza. No primeiro caso, a Universidade doou 1990 face shields para hospitais do município e secretarias da Prefeitura. Na manhã da quarta-feira, 22, a Secretaria de Saúde de Juazeiro do Norte recebeu mil faciais e a Secretaria de Desenvolvimento Social e Trabalho ganhou outros 100 equipamentos. Ainda está previsto para a Secretaria de Saúde do município receber outras 500 unidades.

Em Fortaleza, profissionais de saúde do Complexo Hospitalar e do Centro de Desenvolvimento Familiar (Cedefam) da Universidade Federal do Ceará (UFC) receberam mil protetores faciais no último dia 20. O material das máscaras produzidas pela UFCA para a UFC veio a partir de uma contrapartida do Sindicato dos Trabalhadores das Universidades Federais no Estado do Ceará (Sintufce). De acordo com o chefe de gabinete da Reitoria da UFCA, Assis Nogueira, que tem acompanhado as doações, o Sintuce disponibilizou material para a produção de cerca de três mil máscaras.

Os protetores faciais, conhecidos como face shields, são equipamentos utilizados por pessoas que desempenham atividades expostas a aerossóis ou gotículas, como é o caso de profissionais de saúde que atendem pacientes que podem ter contraído Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus.

Produção 

A produção dos protetores faciais começou em abril, após esforços conjuntos de diversos grupos da UFCA, com o apoio de doações de matéria-prima e de suporte técnico dos parceiros (pessoas físicas, órgãos governamentais e empresas da região do Cariri).  Entre esses parceiros, destacam-se as Prefeituras de Caririaçu e de Juazeiro do Norte; a fabricante de produtos farmacêuticos Farmace, em Barbalha; o Sintufce; a indústria de calçados PVC (que cedeu o molde dos suportes das máscaras) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai – Juazeiro do Norte).

Apesar da agilidade na produção, que pode chegar a 1.200 máscaras por dia, esse trabalho esbarra em um fator limitador: matéria-prima para confeccionar as face shields. A UFCA, caso busque comprar os insumos necessários para a confecção dos equipamentos, tem de seguir os ritos burocráticos exigidos na Administração Pública pela Lei 8.666/93 (Lei das Licitações). Por esse motivo, a UFCA está cadastrando junto à Fundação de Apoio a Serviços Técnicos, Ensino e Fomento de Pesquisas (Fastef), da Universidade Federal do Ceará (UFC) um projeto de Extensão para receber doações de materiais ou de quantias em dinheiro para a compra da matéria-prima.

Caberá à própria Fastef/UFC a compra dos materiais ou a destinação dos possíveis insumos doados. Doações e contrapartida Enquanto esses trâmites estão sendo resolvidos, o chefe de gabinete da UFCA, Assis Nogueira, explicou que as instituições que precisarem das máscaras podem continuar enviando ofício à Reitoria, informando a quantidade e a necessidade. Nesses casos, a Universidade sugere contrapartida em materiais, caso o demandante tenha condições de oferecer para contribuir com a confecção de mais máscaras. Ele ressaltou ainda que é importante estimar corretamente a demanda para que a UFCA possa ajudar o máximo de instituições possíveis.

Com informações da UFCA

Fonte: https://ufca.edu.br

A Assessoria Jurídica do Sindicato dos Trabalhadores das Universidades Federais no Estado do Ceará (Sintufce), através da coordenadora Cássia Araújo, esclarece como irá ficar a situação dos pagamentos dos empréstimos consignados solicitados pelos servidores aposentados.

A decisão da Justiça Federal de Brasília decidiu por esta medida na última segunda-feira (20/04) e obrigou os bancos a suspender cobrança de crédito consignado de aposentados pelo INSS ou regime próprio pelo período de 4 meses.

Segundo a decisão, com a medida, aposentados terão mais recursos para se tratar, caso contraiam a covid-19, a doença causada pelo novo coronavírus. "A suspensão das parcelas dos empréstimos consignados concedidos a aposentados, pelo período de 4 meses, é medida necessária para garantir que os idosos, atingidos em maior número por consequências fatais do vírus SARS-CoV-2, possam arcar com o custeio do tratamento médico necessário", disse o juiz Renato Coelho Borelli, da 9ª Vara Federal Cível de B.

A advogada do Sintufce, Dra. Dayse do Vale, respondeu as perguntas enviadas pelos filiados. Confira abaixo as respostas. 

1 - Esta decisão da Justiça Federal vale para aposentados e pensionistas?

Não, a decisão beneficia apenas aposentados pelo INSS e Regime próprio (aqui incluídos os aposentados pela Universidade Federal do Ceará - UFC).

2 - Devo fazer alguma solicitação ao Banco?

Não, o Banco Central e a União, partes do processo, foram intimados para cumprir a decisão e notificarão os bancos para tomarem as medidas de suspensão das cobranças dos empréstimos.

3 - A partir de quando os bancos suspenderão as cobranças?

O Banco Central irá informar aos bancos a obrigação de suspensão das parcelas, portanto, acredita-se que em maio ainda possa haver desconto, mas nos meses seguintes não ocorram mais. Destaca-se que se trata de uma decisão liminar e que dela cabe recurso, existindo assim, a possibilidade de alteração pelo Tribunal.

4 - As parcelas suspensas serão pagas com juros?

Não, essas parcelas serão acrescidas ao final do contrato não podendo ser cobrados juros ou multa.

 

 

 

 

Amanhã, 22/04, das 10h às 11h, o diretor de Campi do Sintufce, Wagner Pires, participa do programa Democracia no ar para falar sobre a situação dos servidores públicos durante a pandemia. Acompanhe a programação pelo Facebook ou YouTube da Rádio Atitude Popular.

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