A diretoria colegiada do Sintufce lamenta, com muito pesar, o falecimento da Profª. Mirtes Mirian Amorim Maciel, na terça-feira (13/7), aos 79 anos de idade. A docente era aposentada do Departamento de Filosofia da Universidade Federal do Ceará (UFC) e atuou na Diretoria do Sindicato dos Docentes das Universidades Federais do Estado do Ceará (ADUFC-Sindicato).

Natural da da cidade de Manaus, a professora deixa um importante legado da dedicação à luta sindical, sempre firme na postura política e reconhecida no meio acadêmico pelo apreço à democracia e transparência e pela intensa participação na vida sindical e nos debates em defesa da universidade.

Diante desta perda inestimável, deixamos aqui nossa solidariedade aos amigos, familiars e ex-alunos da Profª. Mirtes Amorim. Que Deus a receba em paz para o merecido Descanso eterno.  

Diretoria Colegiada do Sintufce

Gestão Lute

A diretoria colegiada do Sindicato dos Trabalhadores das Universidades Federais no Estado do Ceará (Sintufce) mais uma vez mobilizou sua base e foi para as ruas, no último sábado, 3, em Fortaleza, na manifestação contra o presidente Bolsonaro. O ato, que saiu da praça Portugal em direção ao aterro da Praia de Iracema, reuniu milhares de trabalhadores e estudantes, utilizando máscaras e empunhando faixas, banners e cartazes com palavras de ordem. A manifestação na capital fez parte de uma série de protestos realizados no interior do Estado e em vários outros estados brasileiros.  

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Organizado pela Frente Brasil Popular, Frente Povo Sem Medo e Fórum Sindical, Popular e de Juventudes de Luta pelos Direitos e pelas Liberdades Democráticas, Para Além do “Fora, Bolsonaro”, o ato na capital cearense reforçou bandeiras de luta anteriores, como vacina para todos, volta do auxílio emergencial de R$ 600, defesa de uma política de empregos e do Sistema Único de Saúde (SUS), contra a Reforma Administrativa e cortes na educação.  O Sintufce trouxe ainda a bandeira de retorno das atividades presenciais somente após a vacinação de todos os trabalhaodores. “Hoje, temos um presidente que tem se mostrado muito mais nocivo que o próprio vírus e, por isso, nos força a sair paras as ruas e dizer basta a tudo que estamos vivenciando de ataques à vida, à educação e à saúde pública”, enfatizou o coordenador de Campi do Sintufce, Wagner Pires.

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No encerramento do ato, já na Praia de Iracema, a coordenadora Geral do Sintufce, Keila Camelo ( no canto direito da imagem), reforçou a importância de estar ao lado da categoria nas ruas, mesmo diante de um cenário de pandemia. “A unidade se faz na rua e na luta, aqui de mãos dadas com o trabalhador. Não se constrói unidade pelo whats app nem por meio de jornais levianos que tentam desqualificar o trabalho da gestão Lute. Estamos aqui junto com a nossa base, ao lado dos servidores da UFC, UFCA e Unilab para pedir, numa só voz, um basta, e dizer Fora, Bolsonaro, genocida!”, concluiu a diretora.

 

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Foi realizada nos dias 26 e 27 a Plenária Nacional da Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-administrativos em Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil (FASUBRA Sindical), que aconteceu de forma virtual.  O evento contou com a participação de 35 entidades e um total de 140 delegadas e delegados credenciados. Entre outras questões, a Plenária deliberou sobre um calendário nacional de lutas em defesa da educação, da ciência e da vida, contra o corte de verbas e pelo “Fora, Bolsonaro”, em todo o país.

Durante a Plenária, a Fasubra aprovou ainda a proposta de retorno das atividades presenciais nas instituições federais de ensino superior somente após a completa imunização de toda a comunidade universitária, além do cumprimento de outros pré-requisitos como a constatação da queda sustentada da curva epidêmica nacional, estadual e local, assim como a adequação dos espaços físicos das instiruições, atendendo às normas sanitárias de controle de contágio do Covid-19.

Veja como ficou o calendário de lutas deliberado na Plenária Nacional da Fasubra.

Calendário de lutas

fonte: FASUBRA

 

"Conhecereis a verdade e ela vos libertará." Começamos esse texto citando os evangelhos. Uma sabedoria que supera a mera conveniência política. É fato que muitos têm deturpado as palavras do Homem de Nazaré para defender posições impensáveis até pouco tempo atrás. Posições Tais como o negacionismo científico e o que é pior, o desgoverno de Bolsonaro. Não são poucos os que ainda hoje defendem as políticas que estão destruindo nossa universidade e matando nosso povo, porque devem tudo ao genocida.

A mentira, uma vez utilizada, vicia. Ela cresce e viceja, retirando a confiança nas instituições. Uma pena! Uma pena que o ataque ao SINTUFCE por parte da gestão da UFC tenha que se aproveitar das mentiras. Nunca nos furtamos ao debate. O sindicato também nunca deixou de ser cumpridor de seu papel, tanto que partiu do próprio SINTUFCE o pedido para se reunir com os representantes da UFC a fim de dialogar sobre o retorno às atividades presenciais. Um diálogo, inclusive, que temos feito, inicialmente, com a base do sindicato e com toda a comunidade acadêmica.

Espanta-nos que, agora, após várias portarias, onde não recebemos, sequer uma menção da UFC, que sua gestão diga que não nos importamos, no momento em que o SINTUFCE lembra que há representação dos TAE, que estes não estão abandonados. Reforçamos a necessidade de vacinação para todas e todos. E queremos, sim, falar com a gestão sobre segurança dos TAE na pandemia. A posição do SINTUFCE é clara: este não é o momento oportuno para retorno das atividades das universidades. Saudamos como positiva que a portaria tenha seguido a legislação acerca dos protocolos, mas para quem se acostumou a atacar e fazer ouvidos moucos para a comunidade universitária, mentir é o caminho mais fácil, senão o costumeiro.

Reforçamos ainda que estamos à disposição. Reuniões podem ser marcadas e remarcadas. A vida é dinâmica e a realidade do movimento é maior do que as formalidades da burocracia. A gestão da UFC que aí está, se não estiver com a memória obnubilada pelas secreções de ódio, deve se recordar das inúmeras vezes que cancelou reuniões com o SINTUFCE. Entretanto, nunca imputamos motivos outros além dos relatados, como a gestão está fazendo conosco. Os diretores que se preparam para a reunião, estudando a pauta com afinco, infelizmente, não puderam comparecer. É de praxe o cancelamento e a remarcação de compromissos, mas os aliados de primeira hora do Bolsonarismo na UFC desejam transformar num circo algo tão trivial. Felizmente, não há entre nós, vocação para rebanho. Talvez nos falte malícia, mas não nos falta ética.

Diretoria Colegiada do Sintufce

Gestão Lute

O Sintufce esteve presente no ato do dia 19 de Junho pelo “Fora, Bolsonaro”, que aconteceu na Praça da Gentilândia, em Fortaleza. A categoria engrossou as fileiras da reivindicação por vacina para todos, comida no prato, auxílio emergencial até o fim da pandemia, contra a Reforma Administrativa e em defesa do serviço público.

A mobilização é uma sucessão dos atos que aconteceram no dia 29 de maio e que também contou com a participação do Sintufce. A população está revoltada com mais de meio milhão de mortos pela Covid-19 no Brasil. Mais de 400 atos marcaram o 19 de junho pelo mundo. O Sintufce fez distribuição de kits com máscara, álcool gel, adesivo e camiseta. As manifestações foram de forma pacífica e os participantes, no geral, usaram os itens de proteção.

Os atos foram chamados pelas Centrais Sindicais e se estima a participação de mais de 750 mil pessoas. Palavras de ordem pelo “Fora, Bolsonaro” tomaram conta do Brasil e a população pressionou o governo federal a atender as pautas reivindicatórias do protesto, como explica o diretor do Sintufce, Wagner Pires. “A Praça da Gentilândia foi palco para um dos atos que aconteceram em Fortaleza, pois, simultaneamente, também acontecia a carreta que teve concentração na igreja de Santa Edwiges. A indignação com este governo Bolsonaro é mundial, e as nossas pautas vão muito além de reivindicações setoriais, estamos gritando por um basta nesta política que tem reprimido trabalhadores, humilhado à população brasileira, negado a ciência e cortado verbas da Saúde e Educação. O Sintufce se junta às vozes de toda a classe trabalhadora, dos movimentos populares e sociais para dizer Fora, Bolsonaro. Continuaremos indo às ruas, com todos os cuidados sanitários, pelo fim deste governo, deste plano neoliberal e desta política genocida”, enfatiza Wagner.

Luzia Nobre e Keila Camelo, diretoras do Sintufce, destacaram que “o sindicato sempre esteve presente em manifestações em defesa do serviço público e dos trabalhadores em geral. Que desde sua criação em 1978, em plena ditadura militar, enfrentou várias adversidades e nunca fugiu da luta, em especial, em prol dos técnico-administrativos em Educação das Universidades Federais do Ceará, que além de sofrerem os ataques do Governo Federal, sofrem com o autoritarismo imposto dentro das próprias universidades”.

As diretoras ainda ressaltaram que “Estamos enlutados pelos 500 mil mortos no Brasil, mas nossa luta nas ruas deve continuar, precisamos permanecer unidos pelo fim deste desgoverno negacionista de Bolsonaro”.

As Centrais Sindicais já se articulam para as próximas mobilizações. O Sintufce irá seguir as orientações da Fasubra e repassar à categoria quais serão os próximos atos e desdobramentos para as manifestações.

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